Ele mencionou casualmente, cerveja na mão, que estava pensando em fabricar cervejas artesanais. O mercado mal existia no Brasil. As pessoas ao redor não acreditaram.
A gente conversou por mais ou menos 1 hora enquanto esperávamos a namorada dele. Sobre tipos de cerveja, modelos de negócio, possibilidades. Mas o que eu dei de verdade não foi conselho técnico — foi a única coisa que ninguém mais deu: acreditar no sonho dele e ajudar a pensar maior.
"Você foi a única pessoa que acreditou nele naquele momento."
— a sogra dele, anos depois
Começou com uma kombi beer truck. Hoje tem uma marca com mais de 200 rótulos, prêmios internacionais, pelo menos 2 lojas físicas e sócios. Eu acompanhei tudo de longe, pelas redes.
Me emociono até hoje quando penso nisso.